sábado, 8 de maio de 2010

Computador do futuro

Aston Martin Rapide é cupê feroz – e confortável



Os ingleses da Aston Martin deram uma passada no Salão de Frankfurt para desfilar com seu luxuoso Rapide. Uma voltinha ao país vizinho, nada demais. Só queriam dizer que, depois de três anos, por fim, o carro ganhará uma linha de produção.
Para a alegria dos velhos admiradores, o cupê de quatro portas mantém o estilão rei da rua que apresentou em Genebra, em 2006, com 5, 01 metros de comprimento e 1,36 metros de altura.
E como toda realeza tem família de sangue puro, a montadora aposta no conforto de seus passageiros com sistema de aquecimento nos quatro assentos individuais, duas telas de DVD na parte traseira dos encostos dos bancos dianteiros e sistemas pessoais de áudio. A iluminação interna é toda LED.
A Aston Martin ainda diz que o motorista pode fazer bom uso do sistema de navegação por satélite, incluído no painel, e consegue controlar todas as ações do carro ao alcance dos seus dedos.


Nos Salões, o cupê costuma mostrar um peculiar conjunto de piquenique, um gabinete de refrigeração e quatro copos;  tudo dentro do porta-malas. Não se sabe, porém, se tais regalias low-tech estarão presentes em todos os modelos.
O que é certo é que o carrão também investe pesado nas tecnologias de desempenho: possui um motor V12 6.0 de 477 cavalos, que dizem ser capaz de atingir a velocidade máxima de 303 km/h e marcar do 0 aos 100 km/h em 5,3 segundos.
Engenho por engenho, deve concorrer com o poderosíssimo Porsche Panamera e o exagerado Bugatti Galibier.

Os Computadores do Futuro!

Audi A8 2011 derruba queixos em Miami



Sabe quando a garota mais desejada da escola desce as escadas a passos curtos, no salto, jogando os cabelos por cima do vestido de gala e olha para sua direção?
O Audi A8 2011 é parecido com ela. Estamos convictos de que aqueles olhos, ou faróis de LED, não nos querem, apenas enfeitiçam, petrificam, como uma medusa elegante, de cabelos renovados.
Esta máquina dos sonhos impossíveis acaba de dar o ar da graça no Design Week, em Miami, nos Estados Unidos, com uma série de atrativos tecnológicos e esculturais feitos para derrubar o mais levantado dos queixos.
Ela é a primeira do mundo a vir com MMI (exibido em julho por este blog), um recurso sensível ao toque, acoplado no painel, com reconhecimento de gestos e letras. Com isso é possível, na ponta dos dedos, inserir dados que podem ajudar na operação do sistema de navegação ou  telefone em até seis línguas.
Para ajudar no feitiço de encantamento do A8, os bancos podem ser ajustados de 22 maneiras diferentes, com configurações de aquecimento, ventilação e cinco opções de massagem. Atrás dos dianteiros, ficam dois monitores de dez polegadas, que reproduzem conteúdos multimídias.
O sistema de som é um poderoso Bang and Olufsen, com nada menos que 19 ‘speakers’ e um promissor ‘surround’. Praticamente uma festa sobre quatro rodas.
Há ainda espaço para outras regalias tecnológicas, como os sensores que alertam quando há um acidente iminente, o assistente de visão noturna, a personalizada suspensão a ar e o piloto automático adaptativo.
Audi A8 só decepciona no quesito respeito ao meio ambiente, pois cospe fumaça mal cheirosa: vem em duas opções de motores V8 4.2; um à gasolina e outro à diesel.
Isso tudo estará disponível para compra no começo de 2010, nos Estados Unidos e Europa, com preço estimado em algumas centenas de milhares de dólares.






Lendas Quileutes


Há milhares de anos antes da chegada dos colonizadores ao Novo Mundo, os Quileutes já viviam nas terras de James Island, ilha da First Beach, em La Push.
Acredita-se que o contato com os europeus se deu no início do ano de 1700, porém, o primeiro contato oficial com os brancos foi datado do ano de 1855, quando os indígenas assinaram o Tratado de Olympia, no qual deveriam se mudar para Taholah e deixar suas terras livres.
Foi somente em 1889, mesmo ano em que Washington se tornou um estado, que o presidente Benjamin Harrison os cedeu uma milha de terra em La Push, contando com 252 habitantes.
De acordo com suas crenças antigas, eles foram transformados em lobos por um viajante.
Por ser um povo originalmente espirituoso, eles acreditam que ao atingir a puberdade, os meninos da tribo poderiam sair em busca de seus poderes supernaturais.
A sociedade Quileute foi gerada de “grupos de casas”. Cada casa tinha um chefe, os nobres e os plebeus. Desta forma, o parentesco e o sangue determinavam a estrutura do comando da tribo.
Os Quileutes atualmente possuem sua própria Constituição e Leis Municipais, reconhecidas pela Secretaria do Interior, os estabelecendo como unidade política auto-governante nos Estados Unidos. As crianças da reserva são educadas na Escola Tribal Quileute, onde aprendem sobre todas as lendas e mitos de sua tribo, sua história, e também seu idioma de origem, ainda falado por seus anciãos. É uma língua complexa; uma das cinco línguas no mundo que não possuem sons nasais (sem m ou n), e uma das poucas que não é reconhecida para ser relacionada a qualquer outra. Os anciãos visaram a compilação de um dicionário e de textos instrucionais que são ensinados na escola.
Os contos dos Quileutes são passados no começo do mundo, quando animais eram como seres humanos.
Eles podiam falar, remar canoas, e viver em grandes casas.

Um Fiat 500 bem diferente


Há rumores sobre o possível lançamento de uma versão elétrica do simpático Cinquecento. Mas, enquanto a Fiat não confirma (nem nega) nada, uma preparadora de carros da se antecipou e apresentou o projeto Atomik 500.

A ideia da Atomik Cars é criar uma versão apimentada da base já existente do Fiat 500 Abarth (que já é uma versão apimentada do Fiat 500 normal). O motor elétrico do carrinho passaria a ter 300 cv de potência (fazendo de 0 a 100 km/h em 5.6 segundos) e seria movido por baterias do tipo LiFePO4.
Essas células de energia seriam mais baratas, menos tóxicas e com maior autonomia que as células de íons-de-lítio usadas atualmente. Um dos motivos é que as LiFePO4 usam ferro, um material muito mais barato e fácil de encontrar.
Outra novidade proposta pelo Atomik 500 é um sistema de aquecimento do cockpit que usa peças de cerâmica, sendo mais econômico que um aquecedor tradicional.
O projeto deve ser concluído no primeiro semestre do ano que vem. A julgar pelo site da fabricante, que ainda está com a indefectível frase de ‘em construção’, ainda há muito trabalho pela frente. Mas que a ideia é legal, é. Não é?

Citröen mostra um gigantesco conceito híbrido


O novo conceito da Citröen, Metropolis, por pouco não cabe nessa página: com 5,3 metros de comprimento, 2,0 metros de largura e 1,4 metros de altura fica difícil até redimensioná-lo para caber nos moldes da web. Mas, como somos verdadeiros magos do Photoshop (cof, cof!), conseguimos encaixá-lo por aqui sem problemas.
Esta moderna máquina já foi chamada de “limusine francesa”, “mini trem-bala”, “hibridão” e, com certeza, não caberá em quase nenhuma vaga disponível nas metrópoles (irônico nome, não?), contudo, nem por isso deixa de ser um dos carros mais aclamados do Salão de Xangai, que será realizado até o fim desta semana na China.
O prévio sucesso do carro não se deve apenas ao seu tamanho monumental, mas também pelo conjunto desempenho e design. Para crer, basta abrir o capô cheio de curvas da máquina e notar dois equilibrados motores: um elétrico de 95 cavalos e outro à gasolina de 272 cavalos, com seis válvulas, 2.0 litros.
De acordo com a Citröen, a potência somada dos motores do Metropolis equivale a de um motor V8 4.0, mas com emissões de C02 reduzidas para 70g/km. Um bom número.



O compromisso com o ambiente e economia, aliás, parece ser uma das grandes preocupações deste carro-conceito. Na parte inferior, por exemplo, o Metropolis adota uma suspensão diferenciada, Hydractive, que promete um aumento de eficiência, segundo a montadora francesa.
Enquanto aguardamos ansiosos o dia de test-drive por nossas terras, veja mais fotos abaixo: